Local: Biblioteca da Escola Secundária José Estêvão, Avenida 25 de Abril, 3811-901 Aveiro

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Avenida 25 de Abril, 3811-901 Aveiro

ALEPH #2

"No segundo número, o Aleph altera substancialmente o rumo anterior, com uma linha editorial muito politizada de tendência extrema-esquerda (maoísta) e com a inclusão de alguns trabalhos de autores estrangeiros - note-se que o subtítulo passa de "Revista Portuguesa de Banda Desenhada" para "Revista de Banda Desenhada". São publicados diversos textos não assinados de crítica muito incisiva e dura sobre autores de bd (Vitor Mesquita), intervenientes (Vasco Granja) e publicações (fanzines Impulso, Copra, Quadrinhos e Ploc). Carlos Pessoa apresenta um extenso ensaio sobre "João Tempestade: Elementos para uma Leitura da Obra de Frank Robbins". Do autor americano Ron Cobb, é apresentada uma entrevista e diversos cartoons. São publicadas várias tiras dos jovens autores João Malheiro (texto) e Fernando Sarzedas (desenho)." Texto de Erradiador no Blog "My Nation Underground"

2024-05-12T22:06:30+00:0012.05.2024|

PLOC! #3

"O terceiro Ploc!, dirigido por José de Matos-Cruz, ressurge com o subtítulo alterado para "Revista de Banda Desenhada", e demonstra uma melhoria qualitativa significativa relativamente aos números anteriores. Começando com a extraordinária e apelativa capa protagonizada pela Valentina sobre fundo vermelho. O editorial apresenta-se em forma de tiras de bd, da responsabilidade de Zé Marta e Al Bonjour. Na sequência da atribuição do Prémio St. Michel de 1973 a Sidney Jordan, é destacada a sua série "Jeff Hawke", num texto assinado por António Amaral. Matos-Cruz introduz o humorista brasileiro Ziraldo, através do hiperpoderoso "Super-Nacional". Segue-se um texto sobre "Valentina" de Guido Crepax, seguido de quatro pranchas do autor italiano. "Do Ponto Zero ao Alguma Coisa" é um breve guia sobre alguns eventos ligados à bd que decorreram em 1973, representando os primeiros passos dados em Portugal. Vasco Granja é um dos mais destacados impulsionadores e divulgadores, com organização de uma Mostra na FIL, com o fanzine Quadrinhos e uma exposição. Referência também para o surgimento de Aleph e para o lançamento de "Wanya" de Nelson Dias e Augusto Mota. "A Ideossincrasia dos Comix Underground", texto de J. Matos-Cruz sobre a bd alternativa americana, enquadrando-a num movimento cultural e social mais [...]

2024-05-12T22:06:30+00:0012.05.2024|

ALEPH #1

"Aleph apresenta-se como revista sobre Banda Desenhada, propondo-se assumir a divulgação e a análise crítica da forma, conteúdo e demais aspectos deste modo de expressão. Aleph foi realização de um Grupo de Amigos da Banda Desenhada, resultante da reunião das equipas provenientes dos fanzines Saga e Yellow Kid. Neste primeiro número, há artigos de Machado da Graça, Luís Leiria, Joaquim A. Leal, António Magalhães Garcia e José de Matos-Cruz (director). Publicação de três pequenas bandas desenhadas por Luís Dias Ferreira (Luis Diferr), Nelson Dias / Augusto Mota e Maria João. No meio do fanzine, estão inseridas duas folhas dactilografadas de cor esverdeada, com diversas notícias sobre publicações e eventos de bd." Texto de Erradiador no Blog "My Nation Underground"

2024-05-12T22:06:30+00:0012.05.2024|